Vôo 358 da Air France

Location: Toronto, Ontario
Date: August 2, 2005
Aircraft: Airbus A340

Em 5 de Agosto de 2005, Motley Rice, em parceria com Will Barristers: Morin & Miller, iniciou uma ação legal coletiva no Canadá contra a Air France, a Autoridade de Aeroportos da Grande Toronto e a NAV Canada. O pleito foi iniciado em favor de todos os passageiros do Vôo 358 da Air France que se espatifou ao aterrisar durante uma tempestade no Aeroporto Internacional Lester B. Pearson em Toronto em 2 de Agosto de 2005. Motley Rice e parceiros da Will Barristers: Morin & Miller juntaram forças em 11 de Outubro de 2005 com Camp Fiorante Matthews. A união de advogados conselheiros proporciona uma frente unida contra a Air France e os outros acusados, em favor de todos os passageiros a bordo do Vôo 358 e suas famílias.

De acordo com reportagens na imprensa, o vôo 358 da Air France, um Airbus 340 jumbo jet, carregando 309 pessoas, colidiu no solo às 4:03pm no dia 2 de Agosto de 2005 enquanto aterrissando em condições climáticas severas no Aeroporto Internacional Pearson. O vôo da Air France, originado em Paris, escorregou numa ravina e explodiu em chamas durante aterrissagem. Todos os passageiros e tripulantes sobreviveram ao pular fora do avião antes da explosão, mas autoridades revelaram que vários passageiros foram levados às pressas ao hospital com ferimentos.

A colisão ocorreu numa area rodeada de árvores próxima a uma das rodovias mais movimentadas do Canadá, e alguns sobreviventes contaram que passageiros tiveram que ir cambaleando para a estrada para pegar carona nos carros que estavam passando.

Este não é o primeiro incidente com o Airbus A340. Clique aqui para ler sobre acidentes anteriores envolvendo o Airbus A340.

Um desastre similar, acidente causado por mau tempo, ocorreu em Little Rock, Arkansas em Junho de 1999. Durante uma tempestade severa, um vôo da American Airlines colidiu após ultrapassar o final da pista durante aterrissagem no Aeroporto Nacional de Little Rock. Um relatório da NTSB afirmou que contribuiu pra o acidente fatal, além do mau tempo, o desempenho debilitado dos tripulantes de vôo resultante de fadiga e de estresse situacional associado com a intenção de aterrisar diante de tais circunstãncias.